O atual presidente do Sinpro-Rio, Sr. Quêdo, contrariando o princípio da não subordinação do sindicato a partidos políticos, a governos, a seitas religiosas e aos patrões, vem promovendo a vinculação progressiva da entidade a determinados parlamentares. O resultado tem sido derrotas sucessivas nas reivindicações da categoria, como no caso das férias unificadas e no afastamento da categoria.
O Sr. presidente não consegue entender que ele foi eleito para representar uma categoria profissional plural, ideológica e politicamente formada por cidadãos que, quando são filiados a partidos, o são de forma livre e diversa. Nosso sindicato não pode ser o braço sindical de alguns parlamentares, sob pena do esvaziamento e descrédito da entidade.
Sindicato político que se relaciona de forma autônoma com o movimento social, os parlamentares, o governo e os patrões, SIM!
Sindicato que se submete a ser braço auxiliar de determinados parlamentares ou de celebrar com os patrões acordos lesivos à categoria, NÃO!
Mas, o que aconteceu com o nosso sindicato na gestão Quêdo, perguntam os professores?
As ligações perigosas entre a diretoria do sindicato com firmas terceirizadas, empresas de outdoors e busdoors, parlamentares e futuros candidatos aos parlamentos têm levado o nosso sindicato ao descrédito e ao afastamento da categoria.
Este modelo, a CHAPA 2 repudia. Queremos um sindicato político na luta pelos direitos dos professores, das professoras e de todos os trabalhadores. Pertencemos a um partido como cidadãos. Como sindicalistas, primeiro somos Sinpro-Rio; depois, os nossos partidos.
Professor e professora, venham dar um basta a esta situação! Vamos recuperar o sindicato que a categoria construiu: um sindicato forte, político, porém independente dos partidos políticos, dos governos e dos patrões.
Nos dias 16, 17, 18 e 19 de agosto, votem na CHAPA 2 – Unidade na Luta!
DIGA NÃO À PARTIDARIZAÇÃO DO SINDICATO!
VOTE CHAPA 2 – UNIDADE NA LUTA
Olhem o que li no Facebook de Guacira Ribeiro de Abreu:
ResponderExcluirHoje (08/08/11)tive minha primeira audiência com o Centro Universitário da Cidade e me senti a própria ré. Não aceitei o acordo e achei a juíza muito conivente c os interesses da instituição. O advogado do SINPRO (que n foi o advogado inicial, qdo dei entrada) nada sabia sobre meu processo e direitos. Eu me senti envergonhada. Praticamente, eu tive que me defender e não aceitei o acordo.
Vou ao blog relatar com mais detalhes.
Nacyra Lucena
No meu caso o advogado do sinpro tentou um acordo com o meu ex patrão na última hora. Nesse acordo ele ganhava mais e eu menos. Meu ex-patrão, óbvio, gastaria muito menos na mão do advogado do sinpro.
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