sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Educação é debatida em audiência pública na ALERJ.

Marcada para 10 horas do dia 14 de dezembro, a Audiência Pública começou às 10h30 e terminou às 14h30. O Secretário Estadual de Educação, Wilson Risolia, compareceu e fez um balanço da sua gestão neste ano. A diretoria do SEPE cobrou do Secretário diversos assuntos, como o fechamento de escolas noturnas e questionou a SEEDUC em relação à evasão de alunos da rede, quando o secretário declarou à imprensa, em novembro, que existem 120 mil "alunos fantasmas" nas escolas estaduais. Indignados, alunos da rede fizeram um protesto silencioso na audiência em relação à declaração de Risolia, fantasiando-se de fantasmas. Foram feitas também denúncias de perseguições políticas a lideranças da última greve convocada pelo SEPE.

Os profissionais de educação, após o término, se dirigiram para a sede da SEEDUC onde realizaram o "Dia do Protocolo", com o pedido protocolado à secretaria de que os professores tenham direito ao 1/3 de planejamento extraclasse, conforme determina a Lei Federal.





O SINDSERJ esteve presente se pronunciando e divulgando nota protestando contra a redução da carga horária das disciplinas de Sociologia e Filosofia. Em seu pronunciamento, o presidente do SINDSERJ, Nilton Soares, afirmou que os professores de sociologia e filosofia consideram o teor e as conseqüências da decisão da SEEDUC danosas à educação no Estado. Declarou, ainda, que os professores se sentiam consternados com a decisão da Secretaria de Educação.

A Chefe do Departamento de Sociologia do Colégio Pedro II, Professora Fátima Ivone, também esteve presente e divulgou CARTA ABERTA dos professores de Sociologia da instituição, expressando o seu repúdio pela diminuição da carga horária das disciplinas de Sociologia e Filosofia na grade curricular da SEEDUC.

Inúmeros Deputados compareceram à Audiência Pública e fizeram pronunciamentos questionando a política educacional do Estado, como a demissão dos animadores culturais, inauguração de escolas em condições precárias, fechamento de escolas noturnas, não cumprimento da legislação previdenciária e educacional, concepção tecnocrática da educação etc.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ALERJ, em 14/12/2011.

Nenhum comentário:

Postar um comentário