A juíza titular da 22ª Vara do Trabalho, Cláudia Reina, concedeu liminar determinando que a Gama Filho suspenda a dispensa dos professores, bem como que reestabeleça os contratos e obrigações trabalhista até que seja julgado o mérito da ação proposta pelo Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (SINPRO), sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil por funcionário dispensado em caso de não cumprimento da decisão.
Em seu despacho, a magistrada entendeu que a Universidade Gama Filho, que agora é administrada pelo Grupo Galileo, agiu com abuso do direito ao demitir os empregados, o que pode ser motivo para anular o ato de demissão coletiva. A instituição pode ainda recorrer da desta decisão.
O Ministério Público do Trabalho também decidiu chamar o Grupo Galileo para prestar esclarecimentos por causa da denúncia apresentada pelo Sindicato de Professores e outros Sindicatos como Médicos, Jornalistas e Auxiliares de Ensino, pois a instituição deveria ter sido credenciada perante o Ministério de Educação e Cultura (MEC) como nova responsável pela administração da Gama Filho e UniverCidade, conforme a Lei de Diretrizes e Bases que exige submissão prévia destas alterações a frente dos órgãos competentes do Ministério.
Em comunicado público, o Grupo Galileo avisou realiza altos investimentos financeiros a fim de valorizar e qualificar Professores, entre outros objetivos.
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