O Ministro da Educação quer ampliar de 200 para 220 os dias letivos (4 semanas a mais) na Educação Básica.
Sr. Ministro da Educação. Nós, professores, o convidamos a passar apenas uma semana em uma sala de aula da Educação Básica, ou na escola pública, ou na particular, realizando as ações inerentes a essa profissão: planejamento, correções, acompanhamentos, relatórios, atendimento aos pais, mediação em sala etc. - para que sinta o quanto o trabalho do professor é INTENSO.
Na época em que o ministro foi aluno, as férias eram de três meses, havia menos alunos por turma, os professores eram respeitados, as famílias eram mais estruturadas e tinham mais tempo para os filhos. Hoje, o contexto e a demanda são outros, o que justifica uma carga horária mais HUMANA. Sugiro que o ministro pense em AÇÕES PÚBLICAS que favoreçam verdadeiramente as crianças: lazer, saúde, alimentação, trabalho e moradia digna para os pais, etc.- porque elas não vão aprender e se tornar cidadãs apenas pela AÇÃO DA ESCOLA E DO PROFESSOR. Será trabalhoso demais, Sr. Ministro?
Sugiro ainda que o ministro pense em como oferecer boas condições de trabalho e remuneração digna aos professores que estão, a cada dia, mais sobrecarregados e com péssima qualidade de vida. Ou a intenção é ACABAR com essa profissão?
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