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sábado, 18 de outubro de 2014

Maioria dos jovens aprova exigência de atividades complementares

Buscar conhecimentos além da sala de aula é, não só importante, mas obrigatório em muitos cursos e faculdades. As conhecidas “horas complementares” representam um ponto polêmico na trajetória acadêmica. Enquanto alguns consideram um empecilho para a conclusão do curso, outros as julgam fundamentais para desenvolver novos saberes. No intuito de mapear exatamente a opinião do brasileiro quanto ao assunto em questão, o Núcleo Brasileiro de Estágios coletou o pensamento de 7.133 estudantes, com idade entre 15 e 26 anos. Veja o resultado em mais uma pesquisa do Nube.

As atividades adicionais têm como função geral, flexibilizar e enriquecer a formação estudantil e profissional proporcionada pelos currículos dos cursos do ensino superior ou tecnólogo, oferecendo aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar, articulando os conteúdos teóricos e a prática. Entretanto, há quem concorde ou não com a sua imposição, por parte da direção escolar. Nessa linha, foi feita a pergunta “O que você acha da obrigatoriedade das horas complementares?”. A ampla maioria respondeu “Concordo, ajuda o estudante a buscar novidades fora da sala de aula”. Exatos 4.429 participantes (62%) seguiram a opção. Em seguida, 1.383 (20%) apesar de concordarem, são mais cautelosos. “Concordo em parte, pois é muita pressão”.


Para a coordenadora de treinamentos do Nube, Yolanda Brandão, a insegurança é natural durante a vida em sala de aula. “São muitas disciplinas e avaliações durante um curso. Mesmo concordando com as horas complementares, podem existir dúvidas sobre a capacidade de lidar com todas as exigências para se formar”. Porém, é possível superar o “bicho de sete cabeças”, segundo a especialista. “Se o jovem coloca na mente os seus objetivos e planeja, mesmo em uma simples planilha, perceberá como positivo o fato de agregar informações extras”.


Por fim, 883 (12%) responderam “Discordo, pois alguns não têm acesso a cursos e eventos culturais” e 438 (6%) votaram na alternativa “Discordo, há muita falsificação”. Yolanda orienta a procura por palestras, workshops e treinamentos gratuitos, já oferecidos em larga escala nos diversos estados brasileiros. “Felizmente é possível para qualquer estudante, buscar qualificações sem custos. Seja na prefeitura da cidade, como em ONG’s ou centros de ensino à distância, existem muitas opções para rechear o currículo e aprimorar características essenciais na formação de um profissional íntegro e competente”.


Sobre o Nube

 

Desde 1998 no mercado, o Nube oferece vagas de estágio e aprendizagem em todo o país. Possui mais de 6.800 mil empresas clientes, 13,5 mil instituições de ensino conveniadas no Brasil e já colocou mais de 550 mil pessoas no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e aprendiz por meio de relatórios de atividades.

Anualmente, são realizadas 10 milhões de ligações, enviados 3 milhões de SMS e encaminhados 700 mil candidatos. O banco de dados conta com 3,6 milhões de jovens cadastrados e todos podem concorrer às milhares de oportunidades oferecidas mensalmente.

 
Para facilitar a vida dos cadastrados, foi desenvolvido um aplicativo no Facebook para publicação das vagas. O Nube também está presente nas principais redes sociais Twitter, Google+, Linkedin, Foursquare e Youtube. Com a TV Nube, oferece conteúdos voltados à empregabilidade, dicas de processos seletivos, currículos, formação profissional, entre outros. O cadastro é gratuito e pode ser feito no site www.nube.com.br.


Fonte: Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos do Nube.

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