A lei de cotas no Brasil é uma das políticas públicas mais transformadoras das últimas décadas. Ela abriu as portas da universidade pública para jovens de escola pública e de famílias de baixa renda, que por muito tempo ficaram de fora de espaços historicamente reservados à elite brasileira.
E ao contrário do mito repetido por quem nunca leu uma linha de pesquisa sobre o tema, os estudos são claros e amplamente divulgados: estudantes cotistas apresentam desempenho igual ou até superior ao de não cotistas. Quando a oportunidade chega, o talento aparece.
A universidade pública fica mais diversa, mais representativa e mais justa. E o país ganha profissionais que conhecem de perto os desafios reais da população.
O problema são os pobres coitados que caem no discurso fajuto e simples de políticos que dizem que a Universidade pública é lugar de drogas, militância e doutrinação.
Cotas não são privilégio. São reparação, inclusão e eficiência social.
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Prof. Marcio Ladeira

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