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sábado, 16 de março de 2024

Qualificação de professores é o maior desafio das escolas de Ensino Básico


Parceria com instituições de arte para desenvolver projetos pedagógicos é uma das estratégias adotadas para aprimorar formação humanística e científica dos docentes

Qualificar professores do Ensino Básico é o objetivo e também o maior desafio da educação brasileira. Na meta decenal do Plano Nacional de Educação (PNE) traçada em 2014, pelo menos 50% dos docentes da Educação Básica devem ter sua pós-graduação concluída e receber formação continuada na sua área de atuação até 2024. Esse desafio de aprimorar a formação dos professores é constante, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Em estudo publicado em dezembro de 2023 no Caderno de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais, a entidade revela que mais de 40% dos professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e quase um terço (32,4%) dos docentes do Ensino Médio não tinham formação adequada à disciplina que ministravam.

Formação científica e humanística Visto que o nível de qualificação de professores é determinante na formação dos alunos, a Escola Lourenço Castanho, rede de Educação Básica de São Paulo, lançou este ano um programa de especialização científica e humanística do seu corpo docente, para que eles transmitam os conhecimentos aos alunos de forma prática no projeto “Cidade Como Sala de Aula”.

O projeto pedagógico foi lançado em janeiro, pouco antes do início do ano letivo da escola no MASP - Museu de Arte de São Paulo - e reuniu 300 educadores, professores e orientadores da escola. Foi o ponto de partida da parceria com o museu, que envolve consulta de professores e alunos ao acervo permanente do MASP nos trabalhos e formações específicas com os especialistas locais.

O projeto “Cidade Como Sala de Aula” consiste em estimular os estudantes a buscarem soluções para as principais questões de São Paulo com base na ciência, criatividade e arte. “Vamos utilizar os aparelhos sociais da cidade, sua arte e inovações, como exemplos práticos das aulas. A arte, nesse caso, é um elemento estruturante do pensamento, uma lente para se enxergar o mundo e as diversas disciplinas escolares”, detalha o educador e consultor da Lourenço Castanho, Alexandre Sayad.

Visitas ao Museu

Ao longo do ano, a escola realizará cerca de 20 visitas com os estudantes. “As criações dos alunos vão explorar os planos de aula previamente criados pelos educadores”, reforça Alexandre. Com a parceria, a escola reforça a sua proposta pedagógica de formar jovens com conhecimento humanístico e pensamento crítico. “A formação artística e científica, que compõe múltiplos olhares sobre o mundo, é fundamental para que os estudantes compreendam a complexidade das relações humanas, interajam com a cultura digital, desenvolvam valores éticos e estéticos e se expressem de forma ativa e autêntica”, destaca Alexandre.

Fonte: Bartira Betini contato@betinicomunicacao.com.br (11) 99604-8255

sábado, 25 de novembro de 2023

Uma temporada na China: memórias de um professor


Durante a preparação dos cursos uma pergunta me inquietava: como reagirão os estudantes chineses à literatura brasileira?

Por João Cezar de Castro Rocha

Em 2021 tive a fortuna de tornar-me Xioaxiang Scholar do Estado de Hunan, na China, e da Universidade Normal de Hunan (UNNH) e do Centro Interdisciplinar Alexander von Humboldt. Como parte de minhas obrigações, passei dois meses em Changsha, cidade-sede da UNNH, desenvolvendo pesquisas, a fim de estabelecer um convênio com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), colaborando na criação do Departamento de Português e ensinando cursos de literatura brasileira, cultura latino-americana e literatura comparada.

A experiência foi uma fascinante via de mão dupla, dando corpo à intuição certeira do sábio Riobaldo: “Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”. Por isso, durante a preparação dos cursos uma pergunta me inquietava: como reagirão os estudantes chineses à literatura brasileira? Eis uma dessas questões que levam longe e se desdobram em novas perguntas: o que eu aprenderei com suas dúvidas?

O entusiasmo dos estudantes de português e de espanhol foi contagiante! Ao entrar em sala, em cada um dos quatro encontros que mantive com as turmas, a primeira grande surpresa: era aplaudido pelos estudantes. Contudo, deixo o ego de lado: o protocolo era óbvio; aplaudia-se nem tanto um professor em particular quanto se reconhecia a centralidade do magistério na formação de um país. Nesse sentido, a colaboração com a professora Zhang Ying foi fundamental, pois sua participação durante o curso criou pontes indispensáveis de diálogo.

O interesse dos estudantes nas aulas me pareceu diretamente proporcional à diferença radical entre os idiomas – mandarim, português e espanhol – e as culturas – propriamente continentais, e que contam ainda com marcadas diferenças internas. Por assim dizer, continentes-arquipélagos.

Por exemplo, é um autêntico desafio para uma aluna chinesa pronunciar o ditongo nasal “ão” em português, que se transforma num desafio mais temível que o enigma da Esfinge derrotada por Édipo. Nada mais saboroso do que escutar as variações infinitas do nome próprio mais comum da língua: João, subitamente, parece a palavra mágica que abre todas as portas.

De igual modo, um abismo cultural se descortinou em cada encontro. Não me esquecerei da perplexidade expressa no olhar dos estudantes: o Brasil é independente “só” há dois séculos? Ontem, portanto! O poema que ajudou a definir a nacionalidade tem como título um paradoxo? “Canção do exílio”? Ênfase especial na pronúncia de exílio? – e não se esqueça do significativo ponto de interrogação. No final do encontro, gravei um vídeo despretensioso, mais para registrar meu encantamento com a intensa participação dos estudantes.

https://www.youtube.com/watch?v=KmKJAt1TfrI

Aqui, o inesperado trouxe mesmo uma surpresa: o ministro da Justiça, Flávio Dino, maranhense como o poeta Gonçalves Dias, cujo aniversário de 200 anos de nascimento se celebra justamente em 2023, divulgou o vídeo, gerando grande repercussão.

O último encontro com essa turma propiciou outro momento inesquecível. Conversamos sobre um poema de Conceição Evaristo, “Vozes-mulheres”, cujos versos condensam a história das mulheres negras, num arco temporal que abrange da diáspora africana à afirmação da própria voz numa sociedade hostil.

Na véspera da aula me perguntava como faria para apresentar o conceito-chave da obra de Conceição Evaristo: escrevivência. Ora, mas a dúvida era tola! Como sempre, a resposta já se encontrava na literatura, pois o poema dá corpo ao conceito. Escrevivência nem de longe se confunde com autoficção; pelo contrário, na palavra de Evaristo, o eu não se basta narcisicamente a si mesmo, antes nele confluem inúmeras experiências prévias e a projeção de um futuro enquanto possibilidades ainda não vividas. O eu lírico da escrevivência também é muitos outros; aqui, lidamos com um eu-nós-outros. Numa palavra: um Eu-Ubuntu.

Pronto!

Ler o poema com os estudantes – palavra a palavra, verso a verso, respiração a respiração. Principiar pela voz sequestrada da bisavó na travessia dantesca nos tombadilhos do Atlântico Negro, nos porões do navio – reunindo Castro Alves e Paul Gilroy. Escutar a voz silenciada da avó escravizada no Brasil oitocentista dos brancos-donos de tudo – tema que também se encontra presente no excepcional e caleidoscópico Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves. Dar vez à voz nunca ouvida da mãe, doméstica na casa grande urbana dos sinhôs e das sinhás do século XX, drama exposto com vigor em Solitária, de Eliana Alves Cruz, no fundo das cozinhas alheias. Chegar à filha-poeta, escrevivente, modo superior de sobrevivência, que forja a forma dessas “vozes-mulheres”; forma ainda marcada com rimas de sangue e fome. Vozes que se reúnem e projetam na utopia-filha, dona da liberdade de ser o que se deseja: finalmente, a vida-liberdade.

Brilho no olhar dos estudantes. Uma aluna, Laura – os estudantes chineses têm a delicadeza de adotar nomes ocidentais para facilitar o diálogo conosco – traduziu o conceito, isto é, internalizou a escrevivência.

Hora de voltar ao Brasil, mas não sem antes tornar voz coral o conceito de Conceição Evaristo. Em princípio, distante, chinesa, mas, ao mesmo tempo, próxima, profundamente literária.

Recordam o que propus no princípio desta crônica? O vivo interesse dos estudantes chineses pela literatura brasileira muito provavelmente é estimulado pela radical diferença tanto linguística quanto cultural.

Lição (decisiva) das coisas: o outro, precisamente por sua diversidade, enriquece minha vida, amplia meu horizonte, abre meus olhos e ouvidos.

O sambista já havia tudo dito: “E vida melhor não há…”.

Você se pergunta: o que eu aprendi com os estudantes chineses? Muito; mas aí já seria uma segunda crônica.

Fonte: ICL Notícias em 22/11/2023.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Uerj cria Medalha Alcione para homenagear a cultura do samba

Designers formadas na Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Esdi/Uerj) desenharam as peças para a Medalha de Mérito Cultural Alcione, participando da concepção, detalhamento e orientação da honraria, criada pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, com o objetivo de reconhecer os destaques fluminenses no segmento do samba. A celebração de entrega do prêmio fez parte das comemorações do mês da Consciência Negra e do aniversário da homenageada.

A premiação será anual e vai contemplar 10 categorias: sambista, revelação, cantor e cantora de samba, melhor compositor e compositora, melhor instrumentista feminino e masculino, produtor e produtora cultural de samba, projeto destaque e projeto destaque do território.

“Estamos celebrando o Brasil, nossa cultura, nossa identidade e nossos ícones. Alcione é uma das figuras mais importantes da nossa música. Não é à toa que ela dá nome à medalha. O Rio todo celebra Alcione e festeja o samba, que é patrimônio imaterial e cultural do nosso estado”, comemorou o governador Cláudio Castro durante a solenidade que, nessa primeira edição, agraciou os cantores Diogo Nogueira, Arlindinho, Marina Íris, Moacyr Luz, entre outros.

A proposta de parceria para a produção do emblema partiu da Secretaria Estadual de Cultura, que entrou em contato com a diretora da Esdi, a professora Ligia Medeiros. Em seguida, foram selecionados os nomes de Joyce Oliveira, Raquel Souza e Stéphanie Dias, designers formadas pela Escola e que ficaram responsáveis pelo desenho, conceito, fechamento e gerenciamento da produção das medalhas. A peça final apresenta, na frente, o rosto de Alcione e, no verso, uma ilustração diferente para cada uma das categorias.

“Em abril, começamos com a fase de pesquisa, estudando a vida e carreira de Alcione para mapear as informações que poderíamos trazer para o projeto. Inicialmente, o briefing era uma homenagem aos seus 50 anos de carreira, mas em seguida foi ampliado, criando a Medalha. A proposta foi finalizada em outubro e executada em 21 de novembro, dia do aniversário da Alcione, na quadra da Mangueira, sua escola de samba do coração”, relata Raquel.

Para as designers, a colaboração em todo o processo foi ainda mais significativa por se tratar da cantora nordestina: “É o reconhecimento de toda trajetória marcante de uma mulher maranhense, que viveu boa parte da sua vida aqui no Rio. Então, nada mais justo que o Estado do Rio faça essa homenagem tão bonita à carreira linda da Marrom. A medalha foi criada por alunas negras, periféricas, que conhecem e amam a grande artista que é Alcione. Então, foi tudo desenvolvido com muito amor e animação, para que os desenhos fossem especiais”, explica Joyce.

“Para nós três foi muito significativo participar da criação de algo que é importante em vários níveis. Primeiro, pelo tributo à Alcione, por quem somos apaixonadas e merece todas as distinções possíveis. Segundo, pelo reconhecimento de artistas e iniciativas ligados ao samba e que fazem tanta diferença na nossa cultura”, acrescenta Stéphanie.

“Agradecemos à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa pelo convite para participar desse projeto e demonstrar as múltiplas oportunidades de atuação dos designers formados na Esdi”, completa a professora Ligia, do Departamento de Projeto de Produto.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

UFRJ aprova projeto multiuso para área onde ficava o Canecão

A concessão do espaço à iniciativa privada terá um prazo de 30 anos

Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aprovou o projeto de cessão de um equipamento cultural multiuso que será construído no local onde ficava a icônica casa de shows Canecão, fechada desde 2010. O projeto prevê também um restaurante universitário que servirá cerca de 2 mil refeições por dia e um prédio acadêmico para a UFRJ com até 80 salas de aula.

A discussão se deu em reunião extraordinária realizada em 17/11 pelo conselho. Após quase 2 horas de debate, o colegiado máximo da universidade aprovou a iniciativa por 38 votos favoráveis, sete contrários e duas abstenções.

O Equipamento Cultural Multiuso é uma das linhas de ação do Projeto de Valorização do Patrimônio da UFRJ e será construído a partir da concessão, a título oneroso, de área situada no campus Praia Vermelha, no bairro da Urca, na zona sul do Rio de Janeiro.

Apesar do apoio da maioria dos membros do conselho, a cessão foi contestada especialmente por representantes do corpo discente da universidade, que questionam a concessão de espaços públicos da universidade à iniciativa privada.

Já a reitoria defendeu o projeto e disse que a iniciativa é um compromisso firmado frente a população carioca pelas quatro últimas administrações da UFRJ.

A concessão do espaço à iniciativa privada terá um prazo de 30 anos e prevê a realização de cerca de R$ 58 milhões em investimentos.

Fonte:  Agência Brasil em 18/11/2022.


segunda-feira, 21 de novembro de 2022

MAR inaugura instalação artística feita por professores de escolas públicas

A partir de residência artística com educadores da rede pública municipal de ensino do Rio, projeto MAR nas Escolas 2022 aborda desafios do cotidiano dos docentes

A segunda edição do projeto MAR nas Escolas, uma ação da Escola do Olhar, promoveu no dia 11 novembro o lançamento da instalação de peças sonoras produzidas por educadores de escolas públicas. Durante o projeto de residência artístico-pedagógica, seis professores bolsistas da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro desenvolveram cinco paisagens sonoras a partir das narrativas coletadas em suas escolas e cotidianos, abordando os desafios que atravessam o fazer docente e apresentando sons dos espaços, dos alunos realizando atividades e do diálogo entre professores.

O objetivo da edição deste ano é desenvolver a construção de relações e trocas pedagógicas entre a Escola do Olhar e os professores em suas comunidades escolares, valorizando os saberes das salas de aula e inspirando as experimentações artísticas como metodologia de ensino e aprendizagem. O MAR nas Escolas 2022 contou ainda com a participação do artista Jarbas Lopes, que atuou como estimulador de experimentações artísticas no campo da educação. Jarbas Lopes também esteve no Museu de Arte do Rio este ano com sua exposição individual “Gira”.

Para a Gerente de Educação e Escola do Olhar, Patrícia Dias, uma das prioridades do projeto MAR nas Escolas 2022 é aproximar o museu da escola a partir da conexão direta e do diálogo com os educadores.

“Com a edição MAR nas Escolas 2022, nós conseguimos ter uma escuta ativa e aproximar o museu da escola, e a escola do museu, entendendo assim todas as relações de desafio e como podemos nos conectar mais com o cotidiano das escolas da rede pública. Ao mesmo tempo, o MAR nas Escolas traz esse lugar de pesquisa e de pensar como podemos construir a nossa metodologia de trabalho e a nossa relação com o território da Pequena África. O nosso objetivo maior nesse projeto é valorizar a experimentação do cotidiano de fazer educação”.

Para o Diretor e Chefe da Representação da OEI no Brasil, Raphael Callou, o projeto MAR nas Escolas reforça a busca pela integração entre a arte e a educação.

“O nosso diferencial no MAR é que somos um museu que tem uma escola, e uma escola que tem o museu. Nesse sentido, a Escola do Olhar é um dos pilares da nossa atuação, sendo essencial trazer projetos como o MAR nas Escolas que nos aproxima dos professores da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro. Projetos como esse reforçam a nossa vocação de promover o elo entre a arte, a cultura e a educação”.

Para celebrar a instalação, a Escola do Olhar vai realizar uma programação especial. No dia 11 de novembro foi o lançamento do teaser do vídeo institucional do MAR nas Escolas 2022. No mesmo dia,  também aconteceu uma roda de conversa com o tema “Inquietações: construindo caminhos entre a arte e a educação”, com a presença do professor da UERJ, Luiz Rufino; dos seis professores-residentes (Amanda Vendramin, Ayana Dias, Bê Sancho, Geiza Carvalho, Lua Vicentini e Maria de Fátima) e membros da comunidade escolar.

Sobre a Escola do Olhar

Uma escola que tem um museu e, ao mesmo tempo, um museu que tem uma escola: integração entre arte e educação. Esse é o horizonte do Museu de Arte do Rio – MAR, um espaço voltado prioritariamente para a educação, que tem na Escola do Olhar seus sustentáculos de atuação, em consonância com o Programa de Exposições.

A Escola do Olhar é um polo de pensamento e de formação permanentes, voltado especialmente para a prática e a reflexão a partir das relações entre educação e arte. Suas ações buscam aprofundar a dimensão pública do museu, bem como colocar em debate as questões emergentes nos campos da arte e da cultura na contemporaneidade.

O Museu de Arte do Rio

Iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) desde janeiro deste ano, apoiando as programações expositivas e educativas do MAR a partir de um conjunto amplo de atividades para os próximos anos. “A OEI é um organismo internacional de cooperação que tem na cultura, na educação e na ciência os seus mandatos institucionais, desde sua fundação em 1949.

O Museu de Arte do Rio, para a OEI, representa um instrumento de fortalecimento do acesso à cultura, intimamente relacionado com o território, além de contribuir para a formação nas artes, tendo no Rio de Janeiro, por meio da sua história e suas expressões, a matéria-prima para o nosso trabalho”, comenta Raphael Callou, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil. Após o início das atividades em 2021, a OEI e o Instituto Odeon celebraram parceria com o intuito de fortalecer as ações desenvolvidas no museu, conjugando esforços e revigorando o impacto cultural e educativo do MAR, onde o Odeon passa a auxiliar na correalização da programação.

O Museu de Arte do Rio tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Equinor como patrocinadora master, o Itaú como patrocinador, o Grupo Renner e o Instituto Yduqs - Estácio de Sá como apoiadores, todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A Escola do Olhar conta com o patrocínio da Wilson Sons e Machado Meyer Advogados via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS, é também patrocinada pelo RIOgaleão e Icatu e tem a Cultura Inglesa como apoiadora Educacional. A Globo e o Canal Curta são os parceiros de mídia do MAR.

O MAR conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e realização da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Mais informações em www.museudeartedorio.org.br

Serviço:

Abertura e roda de conversa “Inquietações: construindo caminhos entre a arte e a educação”

Data: Sexta-feira, 11 de novembro, das 14h às 16h

Local: Pilotis

Museu de Arte do Rio – MAR, Praça Mauá, 5 – Centro,  CEP 20081-240 – Rio de Janeiro (RJ) 

Comunicação

+55 (21) 3031 2792

+55 (21) 3031 2741 | museudeartedorio.org.br