Texto enviando pela chapa 1 aos professores do Colégio Pedro II.
"A Diretora Glorya Ramos, hoje licenciada de suas atividades do Colégio Pedro II e que há mais de um mês não comparece aos seu trabalho no Sinpro-Rio, ingressou com ação contra o Sinpro-Rio, embora o pedido formulado não seja claro e preciso, contrariando todas as exigências que regem a legislação processual, analisando a narrativa dos fatos, podemos concluir, com muita boa vontade, que a pretensão é um “direito de resposta” a matéria publicada no Jornal do Sinpro-Rio, que rebateu aos ataques e infâmias feitas pelo bando do EX–presidente que, agora, tenta o seu sexto mandato. Não satisfeita em ingressar com a referida ação, a diretora incluiu no processo como réu, uma funcionária do sindicato, num evidente caso de ASSÉDIO MORAL. O Assédio Moral é a forma mais vil de coação e exposição do funcionário as investidas de empregadores incaltos.
É lamentável a postura da Sra. Glorya que se “diz” defensora das minorias, embora utilize a prática repugnante do assédio moral. “Casa de ferreiro, espeto de pau”.
Vale lembrar que é a segunda vez que os integrantes da Chapa do EX tentam impedir o trabalho da profissional, funcionária do Sinpro-Rio.
Na primeiro ação proposta pelo Sr. Oswaldo Telles, a Justiça do Trabalho declarou a incompetência para apreciar a matéria".
Resposta da professora Glorya Ramos, canditada a Vice-presidência do Sinpro-Rio pela Chapa 2 - Unidade na Luta!!!
Fico admirada de ver como o professor Antônio Rodrigues pôde permitir essa baixaria de tentar me desqualificar com distorções usando a mala-direta do Colégio Pedro II e, depois, ainda acusarem os integrantes da Chapa 2 de roubo de cadastro. Nesse vale-tudo eleitoral da Chapa1 não admitirei a falta de respeito ou a falta com a verdade.
Vamos aos fatos: eu e outros três diretores do Sinpro-Rio, membros da Chapa 2, ingressamos com uma ação pedindo direito de resposta, o que deveria ser mais facilmente compreendido por quem sabe ler e, além disso, tem um Departamento Jurídico nas mãos e um elenco farto de assessores jurídicos bem pagos. A Chapa 1 demorou, mas acabou entendendo, conforme escreveram no texto acima: “direito de resposta” é o que a Chapa 2 deseja, pois o presidente atual e um conjunto de diretores usou e usa o jornal do sindicato para marcar sua posição contra o coletivo Articulando Educadores, que constituiu a Chapa 2 - Unidade na Luta, que fez e faz oposição à postura antidemocrática e antiética deste presidente e do conjunto de diretores que tomou o sindicato e nele instituiu o AI-5.
Nesta ação contra o sindicato são arrolados como réus o Presidente, o Diretor de Comunicação (que é da Chapa 2) e a profissional registrada, jornalista responsável pelas publicações do sindicato. Se o Presidente pratica atos irresponsáveis e levianos, como usar a estrutura sindical e os recursos do sindicato para fazer sua campanha política pessoal, ele envolve irresponsavelmente todos os que estão sob seu comando, e assim o fez com a jornalista. O Presidente, sim, é um irresponsável que expõe a funcionária quando publica matérias e artigos - no jornal do sindicato - contra o coletivo Articulando Educadores, usando um instrumento público de comunicação com a categoria para iniciar a disputa eleitoral. Por isso pedimos direito de resposta. O Presidente deveria ter pensado na funcionária antes de expô-la a tal situação. Se ela realmente se sente assediada, então é ela que deve denunciar e processar quem ela acredita ter praticado assédio. A referida ação é contra o Sindicato na figura do Presidente e de quem responde solidariamente com ele pela Comunicação: o Diretor de Comunicação e o jornalista/editor responsável. Ela é profissional e deve saber disso. Vitimizá-la é falta de opção.
Nós, da Chapa 2, exercemos o direito de termos o direito a espaços justos, democráticos, transparentes e iguais!!!
Sobre assédio moral de verdade, eu tenho a denúncia - e não é “achismo” - contra o candidato a primeiro vice da Chapa 1, de uma funcionária por ele demitida. Eu opero com esses fatos, mas tenho outras coisas para dizer em campanha do que tentar desqualificar opositores. Só não posso deixar faltar com a verdade ou apresentar fatos distorcidos.
Sobre o fato de eu estar ausente do Sindicato, devo lembrar que fui eleita diretora executiva da CUT-RJ. Por isso, tenho que me dividir mais nos meus espaços de atuação. Na Central, estou responsável pela Secretaria de Combate ao Racismo, atuando contra quem se incomoda muito em ver mulheres negras acreditarem ser possível empoderar-se, de fato, e lutar contra um professor que, por estar no Departamento Jurídico, acha que é doutor; e presidente que acha que é rei.
Eu luto pelas minorias e se não der para fazer nesta diretoria acovardada que não foi capaz de enfrentar o debate de gênero e etnia com esses reizinhos, partimos para o embate!
Se a Justiça não sabe como se pronunciar, nós sabemos como disputar direitos. Por isso somos, com a Chapa 2, mais capazes de dirigir o Sinpro-Rio.
Glorya Ramos
Membro da Chapa 2 - Unidade na Luta
É isso aí, Glorya. Você tem toda razão nos seus argumentos. Como agravante, quero ressaltar a forma grosseira como ele se refere aos componentes e aos simpatizantes da Chapa 2: "bando do EX-presidente". O começo das agressões sempre coincide com o fim dos argumentos, com a falta de propostas.
ResponderExcluirCom relação à funcionária citada, não há nenhuma ameaça de demissão ou de cerceamento do exercício da profissão. Trata-se apenas de um processo pedindo direito de resposta no Jornal do Professor, que, caso seja concedido ou negado, em nada a afetará profissionalmente, ao contrário das funcionárias que foram demitidas pela atual Diretoria por razões políticas e que, após anos de dedicação, foram obrigadas a deixar as dependências do Sinpro-Rio de forma autoritária, abrupta e humilhante. Infelizmente alguns diretores que se dizem defensores dos trabalhadores agiram como capatazes. Hoje, o Sindicato é réu em processos de assédio moral movidos por essas ex-funcionárias.
E, por favor, alguém ensine ao desvairado como se escreve "incaltos"; ou então a usar o corretor ortográfico do computador sempre que postar suas sandices.
Abs.
Afonso Maria Furtado
Caros colegas,
ResponderExcluirTrabalhei 42 anos no magistério, em sala de aula, no ensino básico, no médio e no superior, em escolas do estado, município e privadas. Nesse tempo, tive a felicidade de conquistar o RESPEITO de meus colegas de trabalho, de meus diretores e, especialmente, de meus alunos, muitos dos quais são hoje meus amigos. Fui sindicalizada do SEPE e há muitos anos pertenço ao quadro de sindicalizados do Sinpro-Rio. Agora, aposentada, aceitei o convite para participar de um grupo que conheço, admiro e RESPEITO, na certeza de que, com minha experiência, posso contribuir para a re-construção do sindicato que conheci – e que já não reconheço como digno de me representar. Por isso, repudio, com veemência, a expressão “bando do EX-presidente” (sic), usada para (des)qualificar pessoas de bem . Não somos um “bando” – simplesmente porque não há, entre nós, bandidos, corruptos, antidemocratas ou coisas do gênero. RESPEITO é uma palavra que os signatários da infeliz mensagem desconhecem. Será que acreditam que a nossa categoria concorda e admira esse tipo de campanha? Será que não têm propostas de gestão para conquistar o voto – inteligente – dos professores? Ficam aí essas duas singelas questões para serem respondidas nas urnas.
Cordialmente,
Regina